Unidade III · Proteção da Produtividade

Como proteger os cereais da competição por recursos?

Aula 09. Manejo Integrado de Plantas Daninhas
Prof. Dr. Anísio da Silva Nunes
Fitotecnia III. Culturas de Cereais
UNEMAT · Agronomia · Tangará da Serra
?
Ponto de partida
Em que momento as plantas daninhas começam a reduzir a produtividade de uma lavoura?
Ao final desta aula, você será capaz de

Objetivos de aprendizagem

01

Comparar períodos

Confrontar períodos críticos e estratégias de manejo entre as cinco culturas.

02

Classificar herbicidas

Ligar seletividade, espectro e translocação à rotação de mecanismos de ação.

03

Avaliar o risco

Julgar o risco de seleção de resistência e propor manejo preventivo.

Nenhuma planta é daninha por essência

O que a torna daninha

Ob
O critério

Prejudica um objetivo

A mesma espécie pode ser útil em outro contexto do sistema.

At
A daninha verdadeira

Atributos de infestante

Rústica, não melhorada, com muitos dissemínulos e dormência.

Cu
Caso especial

A cultivada fora do lugar

Trigo remanescente na soja e soja voluntária no milho safrinha.

O prejuízo vai além da competição

Outros danos da infestação

Tipo de prejuízoExemplo
Qualidade do produtoSementes de picão-preto e tubérculos de tiririca no produto colhido
Certificação de sementesArroz-vermelho e capim-massambará impedem a certificação
Hospedagem de pragasMais de 50 espécies hospedam Meloidogyne javanica
Dificuldade na colheitaCorda-de-viola enrolando na plataforma da colhedora
A distinção que amplia o alvo do controle

Competição e interferência

Competição

ÁguaLuzCO2Nutrientes

Disputa direta por recursos quando ao menos um deles falta no mesmo espaço.

Interferência

CompetiçãoAlelopatiaEstorvo na colheita

Conjunto de pressões da comunidade infestante, e é ele que o controle precisa mirar.

Por que dominam a área sem interferência

Atributos de agressividade

AtributoExpressão quantitativa
Produção de dissemínulosUm tubérculo de tiririca gera 126 tubérculos em 60 dias
Longevidade no soloDe 107 espécies enterradas, 36 germinaram após 38 anos
Germinação em profundidadeEuphorbia heterophylla germina a 20 cm
Germinação desuniformeDo banco de sementes, só 2% a 5% germinam por ciclo
Reprodução alternativaSorghum halepense por sementes e rizomas
A armadilha temporal do manejo

O que se perde não volta

Passada a janela crítica, remover a planta daninha não devolve o rendimento perdido. O agrônomo decide quando controlar, não apenas como.
A vantagem competitiva se decide na bioquímica

C3 e C4 na competição

CaracterísticaPlantas C3Plantas C4
FotorrespiraçãoPresente, de 25% a 30%Não mensurável por troca de gases
Ponto de compensação de CO2Alto, de 50 a 150 ppmBaixo, de 0 a 10 ppm
Temperatura ótimaPróxima de 25 °CPróxima de 35 °C
Coeficiente transpiratório450 a 1.000 g de água por g150 a 350 g de água por g
Cereais da disciplinaArroz e trigoMilho, sorgo e milheto
O tamanho do problema

A competição em números

8
das dez daninhas mais nocivas do mundo são plantas C4
30%
do custo de produção pode ir para o controle de daninhas
80%
do cálcio disponível imobilizado pelas daninhas no arroz
A competição em números

Fatores da interferência

Modelo dos fatores que influenciam o grau de interferência entre cultura e comunidade infestante.
Modelo dos fatores que influenciam o grau de interferência entre cultura e comunidade infestante.
Fonte: Proteção de Plantas
A primeira planta a se estabelecer exclui as demais

Por que a daninha vence

Se
Origem

Seleção natural

A daninha foi moldada para competir, a cultivada para acumular grão.

Ve
Velocidade

Estabelecimento rápido

Germina e cresce antes, sombreando a cultura ainda pequena.

Ra
Recursos

Raiz e área foliar

Bidens pilosa extrai água em tensões três vezes maiores que a soja.

A mesma arma, dois sentidos

Alelopatia contra e a favor

Da daninha sobre a cultura

Exsudação radicularLixiviaçãoDecomposição

Brachiaria plantaginea afeta o crescimento e a nodulação da soja.

Da cobertura sobre a daninha

Nabo forrageiroAveia e centeioSorgo

O efeito é transitório e pede intervalo entre a dessecação e a semeadura da cultura seguinte.

O momento importa mais que a duração

A lógica temporal do controle

1
Emergência da cultura e início da convivência
2
Período anterior à interferência, sem perda econômica
3
Fim do PAI, começam as perdas e abre o período crítico
4
Cultura mantida no limpo até o fim do PTPI
5
Dossel fechado, novas daninhas já não causam dano
A lógica temporal

Período total de prevenção

Esquema do Período Total de Prevenção da Interferência (PTPI) e do período crítico.
Esquema do Período Total de Prevenção da Interferência (PTPI) e do período crítico.
Fonte: Controle de Plantas Daninhas
A janela em que o controle é imprescindível

Períodos das cinco culturas

CulturaPAIPCPIPTPI
Milho0 a 20 DAS20 a 45 DAS0 a 45 DAS
Trigo0 a 15 DAE15 a 36 DAE0 a 36 DAE
Arroz de sequeiro0 a 20 DAE20 a 50 DAE0 a 50 DAE
Sorgo0 a 20 DAE20 a 45 DAE0 a 45 DAE
Milheto0 a 20 DAE20 a 45 DAE0 a 45 DAE
DAE conta dias após a emergência e DAS dias após a semeadura, diferença de poucos dias. O arroz C3 só fecha o dossel por volta de 45 DAE, o que empurra o PTPI para valores altos.
O que dá peso aos períodos

Controle tardio é desperdício

Removida a daninha depois do fim do PAI, a produtividade não se recupera. Práticas que aceleram o crescimento inicial encurtam o PTPI.
O erro conceitual que sustenta a dependência química

Controle e manejo

Controle

Ação pontualUm métodoUma operação

Eliminar daninhas por um método específico em uma dada aplicação.

Manejo integrado

SistemaVários métodosSafras sucessivas

Decide quais controles usar, quando e em que combinação, ao longo do ciclo e das safras.

O critério é econômico, não a erradicação

O que o manejo persegue

ND
O limiar

Nível de dano econômico

Densidade a partir da qual o custo do controle se paga pela perda evitada.

Pr
Meta 1 e 2

Produção e sustentabilidade

Máxima produção no menor tempo, com sustentabilidade do sistema.

Ri
Meta 3

Mínimo risco

Menor exposição ambiental, econômica e operacional possível.

O herbicida é a última peça, não a primeira

Os quatro métodos não químicos

MétodoMecanismoPrincipal limitação
PreventivoBarra a entrada de propágulos na áreaDepende de disciplina operacional contínua
CulturalDá vantagem competitiva à culturaReduz, mas não elimina a infestação
MecânicoElimina fisicamente ou impede a germinaçãoBaixa eficiência dentro da linha
BiológicoInimigo natural reduz a populaçãoExige alta especificidade e favorece outra espécie
A ferramenta mais poderosa e mais perigosa

O que o herbicida cobra

Por que se tornou indispensável

Menos mão de obraControle na linhaViabiliza o plantio direto

Responde por mais da metade do volume de produtos fitossanitários comercializados no Brasil.

O preço do uso isolado

Seleção de resistênciaRisco de contaminaçãoCusto crescente

Cerca de 80% dos problemas de campo com herbicidas vêm de falha na operação de aplicação.

Quatro eixos independentes de classificação

Como se classifica um herbicida

EixoCategoriasExemplo
SeletividadeSeletivo e não seletivoAtrazina no milho; glifosato
EspectroLatifolicida e graminicida2,4-D; haloxifope e cletodim
TranslocaçãoContato e sistêmicoDiquat; glifosato e nicosulfuron
ÉpocaPPI, pré e pós-emergênciaTrifluralin; atrazina
Só o herbicida sistêmico alcança rizomas e tubérculos, o que decide o controle de perenes.
Dois termos que não são sinônimos

Modo e mecanismo de ação

Mo
A sequência inteira

Modo de ação

Do contato do produto até a morte da planta, com todos os processos afetados.

Me
A primeira lesão

Mecanismo de ação

A lesão bioquímica inicial que desencadeia todo o processo.

Gr
Uso prático

Grupo de mecanismo

É por ele que se planeja a rotação contra a resistência.

Modo e mecanismo

Mecanismo de ação do paraquat

Mecanismo de ação do paraquat (adaptado de Hess & Weller, 2000).
Mecanismo de ação do paraquat (adaptado de Hess & Weller, 2000).
Fonte: Aspectos de Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas
O sintoma denuncia o grupo

Mecanismos e sintomas

GrupoExemploSintoma de intoxicação
Mimetizador de auxina2,4-D e dicambaEpinastia e retorcimento de caule e folhas
Inibidor do fotossistema IIAtrazina e diuronClorose da borda para dentro, seguida de necrose
Inibidor da ALSNicosulfuronParalisação do crescimento, clorose e morte
Inibidor da ACCaseHaloxifope e cletodimNecrose do meristema das gramíneas
Inibidor da HPPDMesotrioneBranqueamento das folhas em uma a duas semanas
Inibidor da EPSPsGlifosatoAmarelecimento generalizado e morte lenta
O erro mais grave de recomendação

Não seletivo em pós de convencional

Glifosato ou glufosinato sobre trigo, milho, arroz, sorgo ou milheto convencionais no estádio vegetativo matam a cultura, não apenas as plantas daninhas.
A cultura não é poupada por escolha

De onde vem a seletividade

Mb
A principal

Metabolismo diferencial

A cultura degrada a molécula antes que ela atinja o sítio de ação.

To
Por posição

Seletividade toponômica

Barreira física impede o herbicida de alcançar a raiz da cultura.

Ab
Nas superfícies

Absorção diferencial

A cultura absorve e transloca menos herbicida que a daninha.

O milho tolera o nicosulfuron pelo citocromo P450, e organofosforados inibem essa mesma via, o que exige intervalo de 7 dias.
A base é sempre glifosato mais 2,4-D

Dessecantes e intervalos

DessecanteAçãoIntervalo até semear
GlifosatoSistêmico e totalSem intervalo obrigatório
2,4-DSistêmico, folhas largasUm dia por 100 mL de produto aplicado
Glufosinato, saflufenacil e diquatContato, ação rápidaDe 1 a 3 dias antes da semeadura
GraminicidasSistêmicos, gramíneasDe 15 a 20 dias nos produtos com residual
O paraquat teve o registro banido no Brasil em 2020 e não deve mais ser recomendado.
O que a cultura anterior deixou no solo

Resíduo na sucessão

O risco

Resíduo da sojaResíduo do algodãoEstresse hídrico

Diclosulam, imazetapir, clomazone e sulfentrazona podem intoxicar milho e sorgo em safrinha.

A prevenção

Histórico da áreaIntervalo de segurançaCultura-teste

O sorgo está entre as plantas mais sensíveis a resíduos e é usado como cultura-teste em protocolos.

Três conceitos que não se confundem

Sensível, tolerante e resistente

Se
Morre na dose

Sensível

Tem o crescimento alterado e morre na dose recomendada.

To
Inata

Tolerante

Característica natural da espécie, que sobrevive mesmo com injúria.

Re
Adquirida

Resistente

Biótipo selecionado pelo uso repetido, sobrevive à dose que o controlaria.

Quatro caminhos, isolados ou combinados

Mecanismos de resistência

MecanismoComo operaExemplo
Alteração do local de açãoMutação muda o sítio e o herbicida perde afinidadeMutações Pro-197 e Trp-574 em inibidores de ALS
MetabolizaçãoA planta degrada a molécula antes do sítioLolium rigidum a triazinas e ACCase
CompartimentalizaçãoA molécula é conjugada ou isolada no vacúoloResistência ao paraquat
Absorção e translocação reduzidasMenos herbicida chega ao sítioResistência aos bipiridílios
A curva que não para

Resistência de 1955 a 2015

Evolução da resistência de plantas daninhas aos diferentes mecanismos de ação (Heap, 2016).
Evolução da resistência de plantas daninhas aos diferentes mecanismos de ação (Heap, 2016).
Fonte: Aspectos de Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas
A seleção é darwiniana e silenciosa

Quando o problema aparece

99,9%
de controle aparente no terceiro ano de uso repetido
90%
de controle no quinto ano, ainda pouco perceptível
50%
de controle no sétimo ano, quando a falha fica evidente
Antes de culpar a resistência

Diagnóstico de falha de controle

1
Conferir produto, dose, estádio, calibração e clima
2
Verificar se a falha atingiu apenas uma espécie
3
Descartar reinfestação por novas emergências
4
Confirmar a repetição do mesmo mecanismo de ação
5
Coletar sementes e testar com doses crescentes
O método do HRAC compara meia dose, dose recomendada, o dobro e o quádruplo em vaso.
Diagnóstico de falha

Eficiência e seleção de resistentes

Predição do surgimento de plantas daninhas resistentes em função da eficiência do herbicida (Powles et al., 1997).
Predição do surgimento de plantas daninhas resistentes em função da eficiência do herbicida (Powles et al., 1997).
Fonte: Aspectos de Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas
O que já se enfrenta no Brasil

Biótipos resistentes de interesse

EspécieNome comumMecanismo ao qual resiste
Lolium multiflorumAzevémEPSPs, com casos de ALS e ACCase
Conyza bonariensisBuvaInibidores da EPSPs
Bidens pilosaPicão-pretoInibidores da ALS
Euphorbia heterophyllaLeiteiroInibidores da ALS e da PPO
Digitaria ciliarisCapim-colchãoInibidores da ACCase
Echinochloa spp.Capim-arrozAuxina sintética, quinclorac
Biótipo resistente

Glyphosate em azevém

Concentrações de glyphosate em biótipos de Lolium multiflorum, na folha, parte aérea e raízes.
Concentrações de glyphosate em biótipos de Lolium multiflorum, na folha, parte aérea e raízes.
Fonte: Proteção de Plantas
Dois níveis de gravidade

Cruzada e múltipla

Resistência cruzada

Um mecanismoVários herbicidasMesmo sítio

Um único mecanismo confere resistência a dois ou mais herbicidas do mesmo grupo.

Resistência múltipla

Vários mecanismosGrupos diferentesO caso mais grave

O azevém no Sul começou resistente ao glifosato e chegou à resistência múltipla.

O risco muda com a prática adotada

Matriz de risco do HRAC

PráticaRisco baixoRisco alto
Mecanismos usadosMais de doisUm só
Mistura de herbicidasMais de dois mecanismosUm só mecanismo
Métodos de controleCultural, mecânico e químicoSó químico
Rotação de culturasCompletaNenhuma
Controle nos últimos três anosBomRuim
Diversificar a pressão de seleção

Rotação e associação

Ro
No tempo

Rotacionar mecanismos

Alternar grupos entre safras evita a repetição da mesma pressão.

As
Na mesma calda

Associar mecanismos

A chance de resistir a dois ao mesmo tempo é o produto de duas probabilidades pequenas.

Cu
Fora da química

Rotacionar culturas

Alternar espécies e métodos muda o ambiente que seleciona o biótipo.

Para a mistura funcionar, os produtos devem ter o mesmo espectro, persistência similar e mecanismos distintos.
A desigualdade que define o manejo

Arsenal registrado por cultura

CulturaArsenal disponívelDaninha-chave
MilhoAmplo, com HPPD, ALS, triazinas e eventos de tolerânciaTiririca e capim-marmelada
Trigo2,4-D, metsulfurom, graminicidas e pinoxadenNabo, azevém e buva
ArrozPropanil, quinclorac e imidazolinonasCapim-arroz e arroz-vermelho
SorgoSó atrazina, simazina e 2,4-D, sem graminicidaCapim-colchão e timbete
MilhetoSó atrazina e 2,4-DCorda-de-viola e gramíneas anuais
Quanto mais pobre o arsenal, mais pesa a cultura

Arsenal rico e arsenal mínimo

Milho

Pré e pós-emergentesGraminicidas seletivosJato dirigido

O manejo pode se apoiar na química, com a seletividade metabólica aproveitada ao máximo.

Sorgo e milheto

Sem graminicida seletivoEstande cheioFileira estreita

A única defesa contra gramíneas daninhas é o sombreamento e a competição da própria cultura.

Reconhecer a espécie orienta o mecanismo

Daninhas mais problemáticas

CulturaEspécies predominantes
TrigoNabo e nabiça, azevém, buva e aveia-preta
Milho de verãoTiririca, capim-marmelada, corda-de-viola e timbete
Milho safrinhaPredomínio de folhas largas, picão-preto e trapoeraba
Arroz de terras altasBraquiárias, capim-colchão, timbete e capim-pé-de-galinha
Sorgo e milhetoCapim-colchão, capim-pé-de-galinha e corda-de-viola
O que é seletivo num sistema é destrutivo em outro

Milho, três sistemas

So
Sistema 1

Milho solteiro

Arsenal completo, de pré-emergentes a graminicidas seletivos.

Br
Sistema 2

Com braquiária

Doses reduzidas de nicosulfuron apenas contêm a gramínea companheira.

Mi
Sistema 3

Com mix de cobertura

Latifolicida mataria a crotalária, e o manejo passa a ser cultural.

O estádio da daninha e o limite da cultura

Janela de pós-emergência

CulturaJanelaLimite imposto pela cultura
TrigoPerfilhamento inicial, antes do emborrachamentoFora dela o 2,4-D causa fitotoxicidade
MilhoFolhas largas até 6 folhas, gramíneas até 3 a 4 perfilhosFitotoxicidade sobe acima de 6 folhas
ArrozCom o arroz entre 3 e 4 folhasControle tardio reduz panículas por metro quadrado
SorgoSorgo de 3 a 5 folhasEficiência cai acentuadamente depois desse estádio
MilhetoA partir de 3 a 4 folhas ou 25 cm de alturaAntes desse porte há risco de fitotoxicidade
A biotecnologia cria seletividade onde não havia

RR, Liberty Link e Enlist

RR
Um mecanismo

Roundup Ready

EPSPs insensível permite glifosato em pós-emergência.

LL
Um mecanismo

Liberty Link

O gene pat detoxifica o glufosinato de amônio.

EN
Quatro mecanismos

Enlist

Tolerância a 2,4-D colina, glifosato, glufosinato e haloxifope.

A sucessão apoiada apenas no glifosato selecionou buva e azevém resistentes, e é o que motivou eventos com mais mecanismos.
?
Retome a pergunta
Em que momento as plantas daninhas começam a reduzir a produtividade de uma lavoura?
Responda agora com o que você viu na aula.
Encerramento
Manejo de daninhas é problema de decisão antes de ser problema de produto.