Unidade III · Proteção da Produtividade

Como reduzir perdas causadas por doenças?

Aula 11. Manejo Integrado de Doenças
Prof. Dr. Anísio da Silva Nunes
Fitotecnia III. Culturas de Cereais
UNEMAT · Agronomia · Tangará da Serra
?
Ponto de partida
Por que algumas doenças causam grandes prejuízos apenas em determinados anos?
Ao final desta aula, você será capaz de

Objetivos de aprendizagem

01

Diagnosticar em campo

Reconhecer a doença pela lesão e relacioná-la ao clima favorável e ao risco de micotoxina.

02

Comparar epidemiologias

Confrontar etiologia e epidemiologia das principais doenças das cinco culturas.

03

Classificar fungicidas

Ligar modo, sítio e translocação à rotação de mecanismos contra a resistência.

A doença raramente é um acidente

O triângulo da doença

Ho
O que se controla mais

Hospedeiro suscetível

Escolha de cultivar resistente e arranjo da lavoura.

Pa
O que se ataca

Patógeno virulento

Fungicida, tratamento de semente e eliminação da fonte de inóculo.

Am
O que se prevê

Ambiente favorável

Não se controla, mas prever a janela é o que define o momento de aplicar.

Acrescido do tempo, o triângulo vira pirâmide, porque a duração da condição favorável define a intensidade final.
Onde o controle atua

Ciclo patógeno-hospedeiro

Fases do ciclo das relações patógeno-hospedeiro onde atuam os princípios de controle de Whetzel.
Fases do ciclo das relações patógeno-hospedeiro onde atuam os princípios de controle de Whetzel.
Fonte: Apostila de Fitopatologia
Quando ligar o monitoramento

A janela climática de cada doença

DoençaCulturasCondição que favorece
GiberelaTrigo e milhoCerca de 48 h de molhamento contínuo a 20 °C na floração
FerrugensTrigo, milho, sorgo e milhetoOrvalho, folha molhada e temperatura amena
BrusoneTrigo, arroz e milhetoCalor e molhamento na espigada ou na panícula
ErgotSorgo e milhetoTemperatura amena e umidade alta na antese
MíldioMilho e sorgoSolo úmido, com infecção sistêmica pela raiz
O ponto que contraria a intuição

O teto produtivo abre a porta

Lavoura densa, bem nutrida e de dossel fechado retém mais umidade e prolonga o molhamento foliar. Manejo de doença começa no arranjo, não na pulverização.
A chave que organiza quase tudo

Estratégia trófica e rotação

EstratégiaOnde sobreviveA rotação funciona
Biotrófico obrigadoSó em tecido vivoSim, a troca de espécie é barreira
NecrotróficoPalha e restos culturaisFalha, o que conta é o manejo de resíduo
Fungo de soloSolo, como esclerócio ou oósporoFalha, o inóculo persiste no solo
HemibiotróficoPalha e sementeDepende do organismo, verificar caso a caso
A confusão mais comum do iniciante

Sintoma e sinal

Sintoma

Reação da plantaMancha e pústulaMurcha e nanismo

Diz que há doença, mas sozinho não identifica o agente causal.

Sinal

Estrutura do patógenoPó de esporoMicélio visível

Identifica o agente e muitas vezes a espécie, resolvendo a diagnose no campo.

Nesta ordem, do que mais reduz possibilidades

As quatro leituras da diagnose

1
Posição na planta, da folha baixeira à raiz
2
Forma e cor da lesão, circular, alongada ou angular
3
Sinal do patógeno sobre o tecido
4
Distribuição no talhão, em reboleira ou uniforme
Reboleira sugere inóculo de solo ou semente; distribuição uniforme sugere inóculo aéreo trazido pelo vento.
Para uso direto na caminhada de lavoura

Padrão de lesão e doença provável

Padrão observadoDoença provávelCulturas
Pústula que solta pó ao toqueFerrugemTrigo, milho, sorgo e milheto
Mancha alongada e fusiformeMancha-de-turcicumMilho e sorgo
Mancha retangular limitada pelas nervurasCercosporioseMilho
Lesão em losango com centro claroBrusone na folhaTrigo, arroz e milheto
Massa pulverulenta preta rompendo o tecidoCarvãoMilho e sorgo
Exsudato açucarado saindo do ovárioErgotSorgo e milheto
O caso mais traiçoeiro no trigo

Giberela e brusone

Giberela

Aristas arrepiadasEspiguetas intercaladasMicélio salmão

Coloniza espiguetas isoladas e desvia as aristas para fora, o sinal distintivo de campo.

Brusone

Aristas na posiçãoBranqueamento contínuoPonto escuro na ráquis

Infecta a ráquis num ponto único e branqueia toda a porção acima dele, cor de palha uniforme.

Onde a rotação mais falha

Necrotróficos e fungos de solo

Fungo ou complexoCulturas conectadasDado de referência
Fusarium graminearumTrigo e milhoPerda de até 48% em podridão no milho
Complexo FFSCMilho, sorgo e milhetoSem especificidade de hospedeiro nas três
Peronosclerospora sorghiMilho e sorgoOósporos sobrevivem anos no solo
Rhizoctonia spp.Arroz, milho, sorgo e trigoSobrevive como esclerócio no solo
Necrotrófico foliar

Antracnose no sorgo

Lesões alongadas em sorgo, sintoma de antracnose (Colletotrichum graminicola).
Lesões alongadas em sorgo, sintoma de antracnose (Colletotrichum graminicola).
Fonte: Seja o Doutor do Seu Sorgo
O achado que deveria pesar no planejamento

O mesmo inóculo nas três

Isolados do complexo Fusarium fujikuroi induziram podridão de colmo em milho, sorgo e milheto independentemente da cultura de origem. A rotação entre eles recicla o mesmo fungo.
Quando trocar de espécie não resolve

Míldio, Rhizoctonia e resíduo

Mi
Oomiceto de solo

Míldio

Estrias cloróticas longitudinais e eflorescência branca na face inferior.

Rh
Esclerócio

Rhizoctonia

Queima-das-bainhas no arroz e morte de plântula no milho.

Re
A saída

Manejo de resíduo

Cultivar resistente e tratamento de semente substituem a rotação inútil.

Um fluxo de risco com direção única

Brusone entre arroz e trigo

Isolado de arroz

Infecta o trigoRisco confirmadoSucessão perigosa

Lavoura de trigo vizinha ou em sucessão a arroz corre risco real de brusone.

Isolado de trigo

Não infecta o arrozCaminho inversoSem risco documentado

A cross-infectividade é assimétrica e confirmada, e o caminho contrário não se sustenta.

Por que o tratamento de semente pesa tanto

A brusone sobrevive onde

5
meses de sobrevivência do fungo na palha
22
meses de sobrevivência na semente de trigo
28%
taxa de transmissão pela semente
Biotróficas obrigadas, sem sobrevivência em resto cultural

Ferrugens por cultura

CulturaEspécieDano ou observação
TrigoP. triticina e P. graminisAté 63% na folha e de 50% a 100% no colmo
SorgoP. purpureaPústula purpúrea, não infecta milho
MilhetoP. substriataPerdas de até 70%
MilhoP. sorghi e P. polysoraP. sorghi não infecta sorgo
O pó que suja o dedo ao toque é o teste de campo que separa ferrugem de qualquer mancha.
Nome popular igual, patógeno diferente

Carvões, antracnoses e ergot

Ca
Massa preta

Carvões

O falso-carvão é a mesma espécie em milho e arroz, os demais são distintos.

An
Restos culturais

Antracnoses

Espécies distintas em milho e sorgo, sem infecção cruzada.

Er
Doença floral

Ergot

Infecta ovário não fertilizado, com espécie própria em sorgo e milheto.

Em campo de produção de semente híbrida o ergot deixa de ser secundário e vira risco central.
Doença da panícula

Ergot no sorgo

Panícula exsudando gotas açucaradas e fungo saprofítico após a colonização das gotas.
Panícula exsudando gotas açucaradas e fungo saprofítico após a colonização das gotas.
Fonte: Sorgo Granífero: Estenda Sua Safrinha com Segurança
Multi-hospedeiro por semente, mas sem cruzamento

Helmintosporioses

CulturaEspécieObservação
TrigoBipolaris sorokinianaSobrevive no mínimo três anos no solo
ArrozB. oryzaePerdas de 12% a 30% no peso de grãos
MilhoB. maydis e B. zeicolaEspécies próprias, sem cruzamento com as demais
Duas manchas foliares que se confundem

Turcicum e cercosporiose

Mancha-de-turcicum

Lesão fusiformeCinza-esverdeadaMilho e sorgo

Hemibiotrófica, com colonização do xilema seguida de necrose por toxina.

Cercosporiose

Lesão retangularLimitada pelas nervurasSó milho

Necrotrófica de palha, favorecida pela sucessão milho sobre milho em plantio direto.

Mancha entre nervuras

Cercosporiose no milho

Lesões foliares de cercosporiose em milho, em quatro estádios de evolução.
Lesões foliares de cercosporiose em milho, em quatro estádios de evolução.
Fonte: Manejo de Doenças do Milho Safrinha
Dano documentado por cultura

Antracnoses e ergot

DoençaCulturaEspécie e dano
AntracnoseMilhoC. graminicola, perdas de até 40%
AntracnoseSorgoC. sublineolum, supera 70% em cultivar suscetível
ErgotSorgoClaviceps africana, perda pode chegar ao total
ErgotMilhetoClaviceps fusiformis, risco alto em semente híbrida
A epidemiologia se explica pelo vetor

Viroses e molicutes

Ve
O limite

O vetor define o alcance

O vírus só chega até onde o inseto consegue levá-lo, nunca além.

Mo
Vetor monófago

Enfezamentos

Presos ao milho, porque a cigarrinha se reproduz apenas nele.

Po
Vetor polífago

Nanismo-amarelo

Acompanha o pulgão por toda a sucessão de gramíneas.

O sintoma é sistêmico, com nanismo, mosaico ou amarelecimento generalizado, e não mancha localizada.
Cigarrinha-do-milho

Vetor de molicutes e vírus

Ciclo biológico da cigarrinha-do-milho: adultos, ovos e ninfas, com 5 a 6 gerações por ano.
Ciclo biológico da cigarrinha-do-milho: adultos, ovos e ninfas, com 5 a 6 gerações por ano.
Fonte: Manual de Pragas do Milho
Reconhecer o sintoma sistêmico

Vírus, vetor e sintoma

PatógenoVetorSintoma
Fitoplasma, enfezamento-vermelhoDalbulus maidisAvermelhamento foliar, nanismo e grão chocho
Espiroplasma, enfezamento-pálidoDalbulus maidisEstrias cloróticas na base e nanismo
Mosaico comum, SCMVRhopalosiphum maidisMosaico verde-claro e verde-escuro
Nanismo-amarelo, complexo B/CYDVR. padi e outros afídeosAmarelecimento e nanismo, dano de cerca de 20%
Mosaico do trigo, WhSMVPolymyxa graminis, do soloMosaico, com controle por manejo de solo
Vírus, vetor e sintoma

Dalbulus e os enfezamentos

Adulto de Dalbulus maidis e plantas com enfezamento vermelho, pálido e virose.
Adulto de Dalbulus maidis e plantas com enfezamento vermelho, pálido e virose.
Fonte: Cigarrinha Dalbulus maidis e do Complexo de Enfezamento e Viroses em Milho
A biologia explica o sintoma de campo

Migrador e sedentário

Nematoide migrador

PratylenchusLesões escurasCaminha na raiz

Move-se dentro ou ao redor da raiz, abrindo lesões escuras por onde passa.

Nematoide sedentário

MeloidogyneGalhasFixa-se num ponto

A fêmea induz células gigantes de alimentação e engrossa a raiz em galhas visíveis.

O sintoma na parte aérea é inespecífico

Nematoides dos cereais

NematoideCulturas mais afetadasSinal de campo
Pratylenchus brachyurusMilho, sorgo, soja e algodãoLesões escuras nas raízes e reboleiras
Meloidogyne incognitaMilho, sorgo e milhetoGalhas nas raízes, danoso em solo arenoso
Meloidogyne graminicolaArrozGalhas em gancho na ponta da raiz
Aphelenchoides besseyiArrozPonta branca da folha, transmitido pela semente
Heterodera avenaeTrigo e cevadaCistos nas raízes, pouco relevante no Cerrado
Pratylenchus brachyurus ocorre em cerca de 95% das áreas de grãos de Mato Grosso e Goiás.
A régua que decide se a cultura limpa a área

Fator de reprodução

FórmulaFR = população final do nematoide ÷ população inicial
Com os dados da lavoura120 ÷ 200
População inicial: 200 por 200 cm³ de soloPopulação final após a cultura: 120FR abaixo de 1 reduz o inóculo
Resultado0,6má hospedeira, reduz o inóculo
Doença que entra por semente escapa da rotação

Patógenos transmitidos pela semente

PatógenoDoençaCulturas
Magnaporthe oryzaeBrusoneTrigo, arroz e milheto
Bipolaris e DrechsleraHelmintosporiosesTrigo, arroz e milho
Fusarium spp.Giberela e podridõesTrigo, milho, sorgo e milheto
Claviceps spp.ErgotSorgo e milheto
A resposta de custo mais baixo

Tratamento de sementes

1
Partir de semente sadia, com sanidade avaliada
2
Escolher fungicida com espectro para os patógenos esperados
3
Garantir cobertura uniforme da semente
4
Respeitar dose e compatibilidade com o inoculante
Gêneros distintos, substratos distintos

Micotoxinas dos cereais

Gênero fúngicoToxinasSubstratos
Fusarium graminearumDON, T-2 e zearalenonaMilho, trigo, cevada e aveia
F. moniliforme e F. proliferatumFumonisinasMilho
Aspergillus flavusAflatoxinasMilho, trigo, arroz e oleaginosas
Aspergillus ochraceusOcratoxinaMilho, trigo e cevada
Penicillium citrinumCitrininaMilho, trigo, cevada e aveia
Micotoxinas

Grãos contaminados

Grãos de milho contaminados por Aspergillus spp. e Fusarium spp.
Grãos de milho contaminados por Aspergillus spp. e Fusarium spp.
Fonte: Podridão de Espigas em Sistemas Produtivos de Milho
Problema de campo e de pós-colheita

A toxina sobrevive ao fungo

Controlar o fungo no campo reduz a toxina, mas não a elimina do lote já contaminado, porque a molécula persiste no armazenamento e resiste ao processamento.
O limite depende da matriz e do processamento

Limites máximos tolerados

MicotoxinaMatrizLimite em µg/kg
DONTrigo e milho em grão para processamento2.000
DONFarinha de trigo e massas1.000
FumonisinasMilho em grão para processamento5.000
FumonisinasFarinha de milho e fubá1.500
AflatoxinasMilho em grão e derivados20
ZearalenonaMilho e trigo em grão para processamento400
Instrução Normativa nº 160/2022 da Anvisa. O limite do grão não vale para a farinha que sai dele.
Exemplo com valores hipotéticos de trigo

O dano que justifica aplicar

FórmulaDano mínimo (%) = custo do controle ÷ (produtividade × preço × eficiência) × 100
Com os dados da lavoura180 ÷ (3.000 × 1,20 × 0,70) × 100
Custo do controle: 180 reais por hectareProdutividade esperada: 3.000 kg/haPreço do grão: 1,20 real por kgEficiência do fungicida: 0,70
Resultado7,14% de dano mínimo que paga a aplicação
Abaixo desse dano projetado, pulverizar custa mais do que se perde. O limiar cai quando o grão valoriza.
Ferramenta registrada, não mais promessa

Agentes de controle biológico

Tr
Parasitismo

Trichoderma spp.

Parasita, compete e induz resistência contra fungos de solo e de semente.

Bs
Antibiose

Bacillus subtilis

Lipopeptídeos e indução de resistência em doença foliar e giberela.

Cr
Micoparasitismo

Clonostachys rosea

Ataca Fusarium em restos culturais e em semente.

O ganho é duplo: reduz a pressão de inóculo e diversifica mecanismos no programa anti-resistência. Soma-se ao químico, não o substitui.
Cada uma cobre a lacuna da outra

As quatro táticas de controle

TáticaRende mais contraLimite
GenéticaFerrugens, brusone e virosesA resistência pode ser quebrada por nova raça
CulturalNecrotróficos de palha e enfezamentosFalha contra fungo de solo persistente
BiológicaFungos de solo e de sementeDepende do ambiente e da formulação
QuímicaDoença já presente acima do limiarSeleciona resistência se mal usada
Três perguntas práticas sobre o produto

Como classificar um fungicida

Qu
Pergunta 1

Quando protege

Protetor age antes da infecção, curativo sobre infecção recente.

On
Pergunta 2

Onde atua no fungo

Multissítio atinge vários processos, unissítio atinge um único alvo.

Co
Pergunta 3

Como se move

Contato, translaminar ou sistêmico, o que define a cobertura exigida.

Os três critérios lado a lado

Modo, sítio e translocação

CritérioClasseConsequência prática
Modo de açãoProtetorAplicar antes da doença chegar, com base na previsão
Modo de açãoCurativoResgata a janela após o início da infecção, por prazo curto
Sítio de açãoMultissítioBaixo risco de resistência, exige múltiplas mutações
Sítio de açãoUnissítioAlto risco, uma mutação pode conferir resistência
TranslocaçãoContatoNão penetra, protege apenas o que a gota cobriu
TranslocaçãoSistêmicoProtege o tecido formado após a aplicação
O critério que decide o risco de resistência

Multissítio e unissítio

Multissítio

Vários processosMancozebeClorotalonil

Parceiro anti-resistência ideal na mistura, com risco baixo de seleção.

Unissítio

Um alvo únicoTriazóisEstrobilurinasCarboxamidas

Alta eficácia e alto risco, porque uma única mutação basta para conferir resistência.

Poucos grupos escondidos em dezenas de marcas

Grupos químicos e códigos FRAC

GrupoCódigoSítioExemplo
Triazóis3UnissítioTebuconazol e protioconazol
Estrobilurinas11UnissítioAzoxistrobina e piraclostrobina
Carboxamidas7UnissítioFluxapiroxade e bixafem
Benzimidazóis1UnissítioCarbendazim e tiofanato-metílico
DitiocarbamatosM3MultissítioMancozebe
CloronitrilasM5MultissítioClorotalonil
Produtos do mesmo código FRAC têm resistência cruzada entre si, mesmo com marcas diferentes.
Repetir o mesmo grupo seleciona quem sobrevive

Estratégia anti-resistência

Ro
Entre aplicações

Rotacionar códigos

Alternar mecanismos entre aplicações e entre safras.

As
Na mesma calda

Associar multissítio

Nunca aplicar o unissítio isolado, sempre com um parceiro multissítio.

Do
O erro que acelera

Nunca subdosar

Dose reduzida do unissítio seleciona sem controlar a doença.

Limitar o número de aplicações do mesmo grupo por ciclo e integrar cultivar resistente reduz a pressão sobre o fungicida.
?
Retome a pergunta
Por que algumas doenças causam grandes prejuízos apenas em determinados anos?
Responda agora com o que você viu na aula.
Encerramento
Recomendar pulverização sem diagnosticar a lesão é aplicar fungicida e esperar sorte.