Unidade III · Legislação e Mercado

Como produzir sementes de alta qualidade?

Aula 10. Manejo de Campos de Produção de Sementes
Prof. Dr. Anísio da Silva Nunes
Produção e Tecnologia de Sementes
UNEMAT · Agronomia · Tangará da Serra
?
Ponto de partida
Quais são as diferenças entre o manejo de um campo de produção de grãos e o manejo de um campo de produção de sementes?
Ao final desta aula, você será capaz de

Objetivos de aprendizagem

01

Planejar o campo

Definir critérios de isolamento, aptidão de área e rastreabilidade da semente de partida na instalação do campo.

02

Executar o roguing

Identificar os momentos críticos do roguing e os critérios técnicos de eliminação de plantas atípicas.

03

Decidir a colheita

Determinar o ponto de colheita ideal e regular a colhedora para minimizar dano mecânico às sementes.

Ponto de partida técnico

Um erro que não vira retrabalho

Perda de vigor por atraso de colheita, dano mecânico ou problema fitossanitário não detectado não tem correção posterior no campo sementeiro.
A palavra que define o empreendimento

O que distingue a lavoura sementeira

Ra
Identidade

Rastreabilidade

Cada lote carrega identidade genética atestada e categoria declarada desde o campo.

RT
Responsabilidade

Responsável técnico

Profissional credenciado no RENASEM assina laudos de vistoria em momentos definidos.

Do
Compromisso

Documentação

Inscrição de campo, comprovação de origem e comunicação da produção bruta à UBS.

A mesma estrutura, destinos distintos

Semente e grão: a diferença real

Semente

Insumo para reprodução da culturaCategoria e origem declaradasDecisão tomada antes da semeaduraIdentidade genética atestada

Uso e gestão ao longo do ciclo definem a diferença.

Grão

Matéria-prima para consumo ou processoSem exigência de identidade genéticaMesma estrutura morfológica da sementeTecnologia incorporada é que muda

A distinção não é botânica, é de destino.

Base normativa federal

Leis e portarias federais

InstrumentoEsferaConteúdo relevante
Lei nº 10.711/2003FederalInstitui o Sistema Nacional de Sementes e Mudas
Decreto nº 10.586/2020FederalRegulamenta a lei; define categorias de semente
Portaria MAPA nº 538/2022FederalNormas de produção, certificação e prazos de inscrição
Do produtor à colheita autorizada

Fluxo do campo sementeiro

1
Produtor inscrito no RENASEM e cultivar inscrita no RNC habilitam o campo
2
Inscrição do campo via SIGEF até 15 dias após o fim da semeadura
3
Vistoria no florescimento e na pré-colheita pelo responsável técnico
4
Aprovação libera a colheita; a condenação encerra o campo
5
Comunicação da produção bruta recebida na UBS em até 90 dias
Taxa federal e fiscalização estadual

Taxa federal e normas de MT

InstrumentoEsferaConteúdo relevante
Portaria MAPA nº 882/2026FederalFixa a taxa de inscrição de campo
Lei estadual nº 9.415/2010 (MT)EstadualAtribui ao INDEA-MT a fiscalização do comércio
IN INDEA-MT nº 002/2017EstadualFiscalização do uso de sementes nas propriedades
IN INDEA-MT nº 006/2018EstadualCadastro de empresas no SISDEV
Prazos e custo da inscrição

Números da inscrição de campo

R$ 5,26/ha
taxa de inscrição de campo, mínimo de R$ 262,85 por safra
15 dias
prazo para inscrever o campo após o fim da semeadura anual
90 dias
prazo para comunicar a produção bruta recebida na UBS
A origem amarra o horizonte comercial

Categorias certificadas e origem

Categoria produzidaOrigem obrigatória da semente de partida
BásicaSemente genética
C1Semente genética ou semente básica
C2Semente C1
Gerações

Perda de pureza genética

Perda de homogeneidade genética com as gerações de uso.
Perda de homogeneidade genética com as gerações de uso.
Fonte: KLS
A origem amarra o horizonte comercial

Categorias não certificadas

S1
Origem

Semente S1

Produzida a partir de semente C2, S1 anterior ou sem origem comprovada.

S2
Origem

Semente S2

Produzida a partir de semente S1, última categoria da cadeia não certificada.

Ca
Encadeamento

Cadeia descendente

Cada categoria depende da categoria imediatamente superior aprovada no campo.

Antes da análise de solo

Critérios de aptidão da área

CritérioO que avalia na decisão
Histórico do talhãoCulturas anteriores e plantas voluntárias da mesma espécie
Doenças de soloPatógenos que sobrevivem em restos culturais
Banco de daninhasEspécies de difícil controle, como Cyperus rotundus
Topografia e acessoDrenagem, acesso de colhedoras e proximidade da secagem
Sanidade, não só boa prática

Rotação como estratégia do campo

1
Antecessoras suprimem patógenos do solo e não hospedam os problemas da espécie
2
Rotação com milho, sorgo granífero ou algodão altera o risco em soja no Cerrado
3
Histórico de Meloidogyne javanica ou Pratylenchus brachyurus exige avaliação criteriosa
4
A viabilidade do talhão é reavaliada a cada novo ciclo sementeiro
O sistema reprodutivo muda o risco

Autógama e alógama lado a lado

Autógamas

Contaminação cruzada raraAbaixo de 1% mesmo próximasNula acima de 3 metrosSoja, trigo, arroz e feijão

Isolamento mínimo reduzido em todas as categorias; o feijão é exceção e exige 20 m.

Alógamas

Uma planta contamina dezenasPólen levado pelo vento ou insetosDistâncias bem maiores por categoriaMilho, sorgo e girassol

Girassol na categoria básica exige até 2.000 metros de isolamento.

O rigor varia com a biologia da espécie

Isolamento de autógamas

EspécieSistemaBásica/C1/C2 (m)S1 e S2 (m)
Glycine max (soja)Autógama33
Triticum aestivum (trigo)Autógama33
Oryza sativa (arroz)Autógama33
Phaseolus vulgaris (feijão)Autógama2020
Três formas de resolver o mesmo risco

Mecanismos de isolamento combináveis

Di
Espaço

Distância física

Separação mínima entre o campo e a lavoura mais próxima da mesma espécie.

Te
Tempo

Separação temporal

No milho, 25 dias entre florescimentos evita a contaminação cruzada.

Ba
Estrutura

Barreiras vegetais

Espécies de porte alto bem implantadas reduzem a distância mínima exigida.

Uma planta contamina dezenas

Isolamento de alógamas

EspécieBásica (m)C1 (m)S1 e S2 (m)
Zea mays (milho)200200200
Sorghum bicolor (sorgo)300300300
Helianthus annuus (girassol)2.0001.0001.000
Forrageiras alógamas500500500
Quando a distância física não é opção

Isolamento temporal no milho

25 dias
diferença mínima de florescimento entre parentais evita cruzamento
Ciclo igual
condição exigida entre os parentais para a estimativa funcionar
O mesmo isolamento muda com o caso

Isolamento do sorgo por caso

CasoDistância exigida
Mesmo grupo (granífero, forrageiro ou vassoura)300 m
Grupos diferentes entre si600 m
Espécies silvestres compatíveis1.500 m
Além da exigência documental

Qualidade da semente de partida

Vi
Critério

Vigor, não só germinação

Vigor reduzido gera emergência desuniforme e dificulta a regulagem da colhedora.

Tr
Sanidade

Tratamento fitossanitário

Fungicida, inseticida e inoculante precisam ser compatíveis com a certificação.

In
Simbiose

Inoculação em soja

Bradyrhizobium japonicum é prática padrão, registrada no controle do campo.

Exigido junto ao requerimento no SIGEF

Documento da semente de partida

Categoria da semente de partidaDocumento exigido
GenéticaAtestado de origem genética, emitido pelo melhorista ou RT
Básica, C1 e C2Certificado de sementes
S1 e S2Termo de conformidade
Sem origem comprovadaDeclaração firmada pelo responsável técnico
Na instalação do campo

Controles obrigatórios na semeadura

1
Limpeza completa da semeadora antes de cada campo e entre cultivares
2
Verificação da distribuição, profundidade e cobertura logo após a operação
3
Registro da data de início e término, para o prazo de inscrição
4
Documentação do lote da semente de partida utilizada
Implantação

Semeadura do campo

Distribuição e profundidade de semeadura no campo.
Distribuição e profundidade de semeadura no campo.
Fonte: PROGRAMA SEMENTE FORTE
A primeira variável de qualidade do lote

Densidade, profundidade e espaçamento

De
Estande

Densidade adequada

Estande sem competição intraespecífica excessiva mantém a composição química da semente.

Pr
Emergência

Profundidade de deposição

Profundidade excessiva atrasa a emergência e consome mais reserva da plântula.

Es
Roguing

Espaçamento entre linhas

Pode ser maior no campo sementeiro para permitir o trânsito de equipes de roguing.

Implantação

Densidade e espaçamento

Densidade e produtividade em semeadura em alta densidade.
Densidade e produtividade em semeadura em alta densidade.
Fonte: 16
O efeito materno tem limite

Deficiência nutricional moderada e severa

Deficiência moderada

Produtividade cai primeiroMenos sementes produzidasQualidade individual mantidaPlanta compensa reduzindo número

A planta prioriza a qualidade da semente que consegue formar.

Deficiência severa

Sementes menoresMenor peso de mil sementesVigor reduzido em algumas espéciesEfeito materno visível

O comprometimento já é detectável na qualidade fisiológica.

Papel específico de cada elemento

Nutrientes e qualidade fisiológica

Plântula

Fósforo

Menor teor origina plantas menores no início, em soja e trigo.

Ni
Reservas

Nitrogênio

Excesso tardio atrasa a maturação e a uniformidade da colheita.

Zn
Antioxidante

Zinco e manganês

Deficiência compromete a qualidade sem sintoma visual na planta.

K
Anomalia

Potássio

Deficiência gera sementes anormais, com embrião escurecido e germinação baixa.

Difícil de isolar em campo

Interação de nutrientes e suplementação

A interação entre elementos no solo limita conclusões isoladas; a suplementação foliar de micronutrientes se justifica mais no campo sementeiro, diante de deficiência confirmada.
Dois objetivos na mesma operação

Manejo de daninhas: agronômico e legal

Objetivo agronômico

Evitar competição com a culturaEvitar contaminação física do lotePrevenção com limpeza de máquinasSementes de partida com alta pureza

A prevenção elimina o problema antes da instalação.

Objetivo legal

Padrões de pureza varietal e físicaCondenação por espécies silvestresRisco por deriva de lavouras vizinhasRoguing integrado ao controle mecânico

Contaminação por deriva externa pode condenar o campo.

O que a vistoria observa

Critérios de risco de plantas daninhas

Si
Espécie

Silvestres nocivas

Ipomoea spp., Commelina benghalensis e Richardia brasiliensis entre as mais problemáticas.

Cu
Pureza

Outras cultivares

Contaminação varietal verificável na vistoria e na análise de laboratório.

Ho
Sanidade

Hospedeiras de patógenos

Plantas hospedeiras de patógenos transmitidos por semente são risco indireto.

Definição técnica

O que é o roguing

Remoção manual e sistemática de plantas fora do padrão da cultivar, em momentos críticos, para preservar a pureza genética, varietal e sanitária do campo.
O mesmo princípio, exigências distintas

Roguing em autógamas e alógamas

CaracterísticaAutógamasAlógamas
Risco de contaminação cruzadaMuito baixo, abaixo de 1%Alto, por vento ou insetos
Momento críticoAntes da colheitaAntes do florescimento e liberação de pólen
Consequência da omissãoContaminação física do loteContaminação genética irreversível
Passagens típicas no ciclo1 a 23 a 4
A janela é curta

Roguing no milho: o relógio do pendão

48 horas
para remover o pendão antes de começar a liberar pólen
1%
limite de plantas com pendão liberando pólen para aprovar o campo
3 a 4
entradas típicas na lavoura para o despendoamento
Pureza de campo

Roguing no milho

Despendoamento e roguing no campo de produção de milho.
Despendoamento e roguing no campo de produção de milho.
Fonte: Gestão dos processos para produção de sementes: Do campo a pós-colheita
Critérios e disciplina de campo

Execução do roguing

Cr
Morfologia

Critérios claros

Porte, cor, arquitetura e flores comparados à descrição da cultivar.

Ex
Remoção

Extração com raiz

Planta removida com raiz, para evitar rebrota, e descartada fora do talhão.

Ho
Condição

Horário da manhã

Sol oblíquo ajuda a identificar; vento forte atrapalha o trabalho.

Fa
Equipe

Fadiga da equipe

Eficiência cai com o cansaço; recomenda-se equipes pequenas com supervisão.

O que sustenta a certificação

Documentação do roguing

1
Registro da data de cada entrada na lavoura
2
Identificação da equipe responsável pela operação
3
Anotação da área percorrida no talhão
4
Quantidade de plantas removidas por passagem
Preservar vigor, não só rendimento

Manejo fitossanitário específico

Pa
Semente

Patógenos transmitidos

Phomopsis spp., Colletotrichum truncatum e Fusarium spp. reduzem vigor em soja.

Pe
Praga

Percevejos fitossugadores

Nezara viridula, Piezodorus guildinii e Euschistus heros inoculam a levedura Nematospora coryli.

Fu
Proteção

Fungicidas foliares

Protegem o período de enchimento em soja, trigo e milho conforme o risco regional.

Sanidade

Manejo fitossanitário

Fungos que exigem manejo fitossanitário no campo sementeiro.
Fungos que exigem manejo fitossanitário no campo sementeiro.
Fonte: Embrapa Soja — Documentos, 380
Um limiar bem mais baixo

Percevejos no campo sementeiro

0,5%
limiar de ação da Embrapa Soja para percevejos em campos sementeiros
Vazio sanitário
Portaria SDA 1.579/2026 reduz a pressão da ferrugem asiática no Cerrado
Massa seca máxima, água ainda alta

Teor de água na maturidade

EspécieTeor de água aproximado
Glycine max (soja)50 a 55%
Zea mays (milho)30 a 35%
Oryza sativa (arroz)32%
Massa seca máxima, água ainda alta

Teor de água, três espécies

Tr
Cereal

Trigo

Teor de água de 30% na maturidade fisiológica.

So
Alógama

Sorgo

Teor de água de aproximadamente 30% na maturidade fisiológica.

Fe
Leguminosa

Feijão

Teor de água de aproximadamente 45% na maturidade fisiológica.

Do ponto máximo à colheita

Monitoramento até o ponto de colheita

1
Maturidade fisiológica: máxima massa seca e vigor, água ainda elevada
2
Secagem natural no campo com monitoramento periódico do teor de água
3
Chuva e umidade alta retardam a secagem e elevam o risco
4
Atraso equivale a armazenamento a campo, com microtrincas progressivas no tegumento
5
Colheita no ponto ideal com regulagem conservadora da colhedora
A amostra pobre engana

A variação de umidade dentro da planta

58,4%
teor médio de água na primeira avaliação de um ensaio de campo com soja
27 pontos
amplitude de umidade entre sementes da mesma planta, 45,2% a 72,2%
5 pontos
variação de umidade que a soja pode sofrer num único dia de atraso
Nem todo dano aparece de imediato

Dano mecânico imediato e latente

Dano imediato

Mata a sementeAparece no teste de germinaçãoDetectável logo após a colheita

É o dano visível na primeira análise do lote.

Dano mecânico latente

Compromete membranas e embriãoReduz vigor sem matar a sementeSó aparece meses depois, no armazém

Detectável apenas em testes de vigor ou na emergência a campo.

Colheita

Dano mecânico na colheita

Dano mecânico imediato e latente diagnosticado por tetrazólio.
Dano mecânico imediato e latente diagnosticado por tetrazólio.
Fonte: Embrapa Soja — Documentos, 380
Recomendações da Embrapa para soja

Regulagens da colhedora

Ci
Trilha

Cilindro até 400 rpm

Velocidade ajustada para abertura completa das vagens com dano mínimo.

Abertura

Côncavo mais amplo

A maior abertura compatível com trilha adequada reduz o dano mecânico.

Te
Controle

Teste três vezes ao dia

Hipoclorito de sódio ou copo medidor avaliam o dano durante a colheita.

Colheita

Kit de dano mecânico

Kit para avaliação de dano mecânico em sementes de soja.
Kit para avaliação de dano mecânico em sementes de soja.
Fonte: Embrapa Soja — Documentos, 380
A troca que se inverte

Menos dano vale mais que menos perda

No campo sementeiro tolera-se maior perda física para reduzir o dano mecânico, o oposto do que se aceita na colheita de grão comercial.
Depois da trilha, antes do armazém

Cuidados no transporte e na limpeza

Li
Pureza

Limpeza entre lotes

Resíduos na colhedora misturam cultivares e comprometem a pureza varietal.

Tr
Transporte

Altura de queda

Evitar quedas excessivas, atrito e impactos reduz o dano acumulado.

El
Equipamento

Elevadores e amortecedores

Recomendados para soja, feijão e milho, as espécies mais suscetíveis.

A temperatura do ar é o parâmetro crítico

Secagem: intermitente rápido e lento

Tipo de secadorEspécieTemperatura máxima
Intermitente rápidoArroz e milho70°C
Intermitente rápidoTrigo80°C
Intermitente lentoArroz e milho70°C
A temperatura do ar é o parâmetro crítico

Secagem: estacionário e velocidade

So
Lento

Soja e feijão

Secador intermitente lento, temperatura máxima de 60°C.

Es
Uniforme

Estacionário

Todas as espécies, até 40°C, com UR entre 40% e 70%.

Gr
Risco

Gradiente elevado

Secagem rápida demais trinca arroz e milho por dentro.

Fl
Nota técnica

Fluxo alternado

Alternar ar quente e frio aumenta o dano térmico.

O peso final não é conta simples

Peso do lote depois da secagem

FórmulaPf = Pi × (100 - Xi) / (100 - Xf)
Com os dados reaisPf = 1.000 × (100 - 20) / (100 - 12)
Pi: peso inicial, 1.000 kgXi: teor de água inicial, 20%Xf: teor de água final, 12%
Resultado909kg
O princípio é o mesmo, o ajuste muda

Isolamento e roguing por espécie

EspécieIsolamento mínimoRoguing crítico
Soja3 mAntes da colheita
Milho híbrido200 m ou 25 diasAntes do florescimento
Trigo3 mAntes da colheita
Sorgo300 mAntes do florescimento
A logística do parental macho

Colheita do milho híbrido

1
Seis linhas de fêmea para duas de macho, 25% sem semente comercial
2
Despendoamento em múltiplas entradas, cerca de 90 horas por hectare
3
Sementes atingem maturidade fisiológica com 30 a 35% de umidade
4
Degrane mecânico direto é inviável nesse teor de água
5
Colheita em espiga, com secagem e debulha, reduz a mistura entre linhas
Cada espécie erra de um jeito diferente

Riscos específicos na colheita

EspéciePrincipal risco na colheita
SojaDano mecânico e deterioração pós-maturidade
TrigoGerminação na espiga em alta umidade
ArrozContaminação por arroz-vermelho
SorgoCruzamento com linhagens indesejáveis
No arroz irrigado, o arroz-vermelho só é identificável no florescimento e na maturação, pela coloração do pericarpo.
?
Retome a pergunta
Quais são as diferenças entre o manejo de um campo de produção de grãos e o manejo de um campo de produção de sementes?
Responda agora com o que você viu na aula.
Encerramento
O campo sementeiro transforma isolamento, roguing e ponto de colheita em decisões que não admitem correção posterior, porque a qualidade perdida no campo não se recupera depois.