Unidade II · Calda Fitossanitária

Por que um produto eficaz em laboratório pode falhar completamente no campo sem um adjuvante adequado?

Aula 07. Adjuvantes
Prof. Dr. Anísio da Silva Nunes
Tecnologia de Aplicação de Produtos Fitossanitários
UNEMAT · Agronomia · Tangará da Serra
?
Ponto de partida
O que um adjuvante realmente modifica na calda e na gota depositada sobre a planta?
Ao final desta aula, você será capaz de

Objetivos de aprendizagem

01

Selecionar a classe

Escolher o adjuvante conforme o produto, o alvo biológico e a condição ambiental.

02

Explicar o risco

Mostrar por que o uso indiscriminado compromete, em vez de melhorar, a aplicação.

03

Relacionar a física

Ligar a ação sobre a tensão superficial ao comportamento da gota na folha.

A dimensão comercial do tema

Um mercado que não é acessório

US$ 270 a 280 mi
comercializados por ano no Brasil, cerca de 3% dos fitossanitários
17%
do volume mundial de adjuvantes é comercializado no Brasil
20 a 50%
de redução no uso do produto com cerca de US$ 2 de adjuvante
O que está em jogo

O adjuvante não age sobre a praga

Sozinho ele não controla nada, mas decide se o ingrediente ativo terá chance de agir.
O que é um adjuvante

Substância que melhora a aplicação

Sf
Sem ação própria

Não é fitossanitário

Sem propriedade fitossanitária; sozinho não controla praga, doença ou planta daninha.

Lo
Onde entra

Formulação ou tanque

Incorporado pelo fabricante ou adicionado pelo operador à calda de pulverização.

Fn
O que faz

Melhora a ação

Aumenta a atividade do ativo ou ajusta propriedades físico-químicas da calda.

Uma distinção que muda a decisão

Adjuvante interno e externo

Interno (aditivo)

Adicionado na fábricaCompõe a formulaçãoFora do operador

Um concentrado emulsionável já traz surfatante emulsificante próprio.

Externo

Adicionado no tanqueEscolha do operadorDecisão de campo

Antes de somar um externo, considere o que a formulação já contém.

Onde cada classe atua

Do tanque à cutícula

1
Preparo da calda: compatibilizantes, dispersantes e condicionadores de pH
2
Formação da gota na ponta: redutores de deriva e viscosificantes
3
Transporte pelo ar: redutores de deriva e antievaporantes
4
Impacto e deposição: surfatantes, óleos e adesivos
5
Penetração e persistência: penetrantes, óleos e umectantes
Eixo 1 da classificação

Ativadores e utilitários

Ativadores

Melhoram o ativoAbsorção e penetraçãoAgem após o impacto

Surfatantes, óleos e adjuvantes aminados aumentam a eficácia biológica.

Utilitários

Facilitam a aplicaçãoEntre tanque e alvoSem efeito direto

Condicionadores, redutores de deriva, antiespumantes, corantes e compatibilizantes.

Um alerta do IAC

Nenhum adjuvante faz tudo

1
Função específica

Cada um faz uma coisa

O adjuvante é penetrante, quelatizante ou redutor de deriva; ele não é genérico.

2
Depende da química

Silicone não é silicone

A funcionalidade depende da natureza e da qualidade dos componentes da formulação.

3
Limite do multifuncional

Pode combinar, não tudo

Espalhante e adesivo juntos, sim; espalhante, penetrante e tamponante juntos, nunca.

Eixo 2 · classes ativadoras

O que cada ativador resolve

ClasseFunçãoQuando recomendar
SurfatantesMolhamento, dispersão e emulsificaçãoFolhas cerosas ou pilosas, maior superfície
AdesivosFilme resistente à lavagem pela chuvaRisco de chuva, fungicidas de contato
PenetrantesSolubilizam a cera cuticularSistêmicos e pós-emergentes, cutícula espessa
UmectantesReduzem a evaporação do depósitoAlta temperatura e baixa umidade relativa
Eixo 2 · classes utilitárias

O que cada utilitário resolve

pH
Corrige a água

Condicionadores

Acidificantes, tamponantes e sequestrantes ajustam o pH e a dureza da água.

Dv
Segura a gota

Redutores de deriva

Aumentam o DMV e reduzem as gotas menores que 100 µm.

Es
Contra espuma

Antiespumantes

Organossiliconados evitam espuma em tanques com agitação intensa.

Cr
Marca a área

Corantes

Identificam a área tratada e controlam sobreposição e falhas.

Eixo 3 · base química

O que o adjuvante é

Base químicaVantagemLimitação
SurfatantesAmpla compatibilidade quando não iônicosIncompatibilidade iônica e espuma
Óleos mineraisAlta penetração cuticular (C18 a C30)Maior fitotoxicidade e custo
Óleos vegetaisMenor fitotoxicidade e custo (óleo de soja)Menor eficiência cuticular
OrganossiliconadosSuperespalhamento em doses baixasCusto elevado, pode agravar a deriva
NitrogenadosSinergia documentada com glifosatoVolatilidade em mistura com dicamba
PoliméricosReduzem a deriva entre 30% e 68%Degradam com bombeamento excessivo
Dado experimental

Óleos adjuvantes e eficácia herbicida

Controle de Digitaria spp. pelo herbicida haloxyfop-methyl isolado ou associado a diferentes óleos adjuvantes.
Controle de Digitaria spp. pelo herbicida haloxyfop-methyl isolado ou associado a diferentes óleos adjuvantes.
Fonte: TECNOLOGIA
Surfatantes por carga

A ionização prevê a compatibilidade

Carga negativa

Aniônicos

Incompatíveis com o paraquat, que se ioniza positivamente. Sensíveis à água dura.

+
Carga positiva

Catiônicos

Incompatíveis com o glifosato; alto risco de fitotoxicidade e precipitados.

0
Carga neutra

Não iônicos

Os mais seguros e mais usados; compatíveis com quase todos os produtos.

±
Carga variável

Anfotéricos

A carga depende do pH; funcionam bem como compatibilizantes de mistura.

Equilíbrio hidrofílico-lipofílico

O HLB orienta a escolha

Faixa de HLBFunção indicada
1,5 a 3,0Antiespumante
3,0 a 8,0Emulsão de água em óleo
7,0 a 9,0Agente umectante
8,0 a 18,0Emulsão de óleo em água
12,0 a 18,0Co-solvente
13,0 a 15,0Detergente
O mecanismo central

Tensão superficial e ângulo de contato

72
Água pura

Gota esférica

A água tem cerca de 72 mN/m; a gota chega quase esférica, com pouco contato.

Com adjuvante

Gota achatada

O surfatante reduz a tensão e a gota se achata, ganhando área de contato.

θ
Consequência

Menor ângulo

Menor ângulo de contato faz a gota se espalhar, em vez de escorregar.

Evidência experimental

Ângulo de contato com e sem adjuvante

Ângulo de contato de gotas em folhas de trigo: (A) somente água; (B) água + organossiliconado.
Ângulo de contato de gotas em folhas de trigo: (A) somente água; (B) água + organossiliconado.
Fonte: TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE CALDAS FITOSSANITÁRIAS
A demonstração do IAC

A gota que quica e a que fica

Alta tensão (água)

Gota esféricaQuica ao impactarPerde-se do alvo

Como uma bola cheia: bate na folha e volta.

Tensão reduzida

Gota deformaAdere ao impactarFica no alvo

A função da tensão superficial está no impacto da gota, não no espalhamento.

Um erro comum de campo

Tensão superficial não é espalhamento

A tensão cai muito mais rápido do que a área da gota aumenta; são funcionalidades diferentes.
Dentro da classe surfatante

Papéis que se confundem

Mo
Vence a cera

Molhantes

Reduzem o ângulo de contato e formam filme sobre a superfície.

Ep
Espalha a gota

Espalhantes

Espalham além do diâmetro inicial; o trisiloxano chega a 2 a 3 vezes.

Ad
Resiste à chuva

Aderentes

Aumentam a retenção do depósito e resistem à lavagem.

Em
Une e dispersa

Emulsificantes e dispersantes

Estabilizam líquidos imiscíveis e impedem a sedimentação de sólidos.

Dois problemas diferentes

Molhante e umectante

Molhante

Age na deposiçãoReduz o ânguloVence a cera

Resolve o contato da gota no momento do impacto.

Umectante

Age depoisRetarda a evaporaçãoReidrata o depósito

Resolve a permanência do depósito já formado sobre a folha.

A classe de maior espalhamento

Organossiliconados e seu limite

Sp
Superespalhamento

Espalha ao extremo

Tensão superficial abaixo de 25 mN/m, em doses muito baixas.

St
Via exclusiva

Infiltração estomática

Reduzem a tensão o bastante para a solução entrar pelo poro do estômato.

X
Nem sempre melhor

Pode piorar o controle

Em ensaio com inseticida, organossiliconados reduziram a mortalidade de lagartas.

Estudo de caso

Organossiliconado e mortalidade de lagartas

Mortalidade de lagartas em diferentes tempos de chuva após aplicação de inseticida.
Mortalidade de lagartas em diferentes tempos de chuva após aplicação de inseticida.
Fonte: TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE CALDAS FITOSSANITÁRIAS
O caminho até o citoplasma

Três barreiras à absorção

1
Cutícula: cera apolar externa, cutina e pectina de carga negativa
2
Parede celular: barreira estrutural logo após a cutícula
3
Plasmalema: membrana que delimita o citoplasma
4
Óleos dissolvem as gorduras da cutícula e das membranas, abrindo caminho
Duas origens, dois perfis

Óleos minerais e vegetais

Óleos minerais

Cadeia C18 a C30Alta penetraçãoMais fitotóxicos

Dissolvem barreiras apolares; dose de 0,5% a 2,0%.

Óleos vegetais

Cadeia C16 a C18BiodegradáveisMenor fitotoxicidade

O óleo de soja refinado domina o uso no Brasil pelo baixo custo.

Nitrogenados na calda

Aminados e o glifosato

SA
Sulfato de amônio

Sequestra e ativa

Eleva a eficácia do glifosato contra espécies difíceis e melhora a penetração.

Ur
Ureia

Fonte e ativador

Fonte de nitrogênio e potente ativador de penetração, com sinergia documentada.

X
Cuidado

Dicamba não

Aminado com dicamba aumenta a volatilidade e o risco de deriva por volatilização.

Como se mede em laboratório

Dois instrumentos de bancada

Tensiômetro de Du Nouy

Anel de platinaMede a forçaTensão superficial

γ = F ÷ (4πR): força para separar o anel da superfície do líquido.

Goniômetro

Imagem da gotaMede o ânguloÂngulo de contato

Organossiliconados dão os menores ângulos, confirmando o maior espalhamento.

Como se descreve a gota

DMV, DMN e uniformidade

DV
Percentis de volume

DV0,1 · DV0,5 · DV0,9

Diâmetros que acumulam 10%, 50% e 90% do volume pulverizado.

50
A mediana

DMV

O DV0,5 divide o volume pulverizado em duas metades iguais.

1
Homogeneidade

DMV / DMN

Quanto mais próxima de 1, mais uniforme o tamanho de gota.

Esquema conceitual

DMV e DMN no espectro de gotas

Estabelecimento dos parâmetros DMV e DMN dentro de um espectro de gotas pulverizadas.
Estabelecimento dos parâmetros DMV e DMN dentro de um espectro de gotas pulverizadas.
Fonte: Tecnologia de aplicação de pesticidas
O efeito não é uniforme

Adjuvante, DMV e deriva

AdjuvanteEfeito sobre o DMVImpacto na deriva
Surfatante não iônico concentradoVariável, pode reduzirPode agravar a deriva
Óleo vegetal ou mineral em emulsãoAumenta, em geralReduz a deriva
Redutor de deriva (polímero)AumentaReduz gotas finas em 30% a 68%
OrganossiliconadoReduz, superespalhantePode agravar a deriva
Válido para aplicação terrestre; na aérea o comportamento pode se inverter.
Como a gota se forma

A cortina de água na ponta

1
A gota não se forma no orifício, mas na borda de uma cortina de água
2
Cortina mais longa produz gota mais fina
3
O adjuvante pode alongar ou encurtar essa cortina
4
Assim ele aumenta ou reduz o tamanho de gota e a deriva
O que os ensaios mostram

Redução de deriva medida

30 a 68%
de redução de gotas finas com redutores poliméricos
cerca de 50%
de redução com formulações de óleo mineral ou vegetal testadas
100 µm
limite abaixo do qual a gota fica mais sujeita à deriva
Dado experimental

DMV medido em pontas com indução de ar

DMV de cinco modelos de pontas com indução de ar, obtido por analisador de gotas em tempo real.
DMV de cinco modelos de pontas com indução de ar, obtido por analisador de gotas em tempo real.
Fonte: ENTENDENDO A TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO
Além do espectro de gotas

PRD e span da pulverização

RD
Risco de deriva

PRD

Percentual do volume aplicado em gotas muito finas, que evaporam ou derivam.

Sp
Uniformidade

Span

Diferença entre a maior e a menor gota; menor span, gotas mais uniformes.

Pd
Padrão

Ponta de referência

A transição entre classes hoje segue uma ponta padrão, não um tamanho fixo.

Dado experimental

Percentual de gotas finas e risco de deriva

Percentual de volume em gotas menores que 100 µm para fungicida e inseticida, com óleo adicionado à calda.
Percentual de volume em gotas menores que 100 µm para fungicida e inseticida, com óleo adicionado à calda.
Fonte: TECNOLOGIA
Dois conceitos que se confundem

Cobertura e deposição

Cobertura

Área atingidaMuitas gotas finasCresce com gota menor

Reduzir o tamanho da gota aumenta a cobertura na folha.

Deposição

Produto retidoMassa no alvoCai com a deriva

O redutor de espuma pode reduzir a gota, elevar a deriva e reduzir a deposição.

Referência técnica

Tamanho de gota e penetração no dossel

Variação do comportamento de diferentes tamanhos de gota no dossel, com faixa ideal de penetração entre 100 e 300 micra.
Variação do comportamento de diferentes tamanhos de gota no dossel, com faixa ideal de penetração entre 100 e 300 micra.
Fonte: AGRO nômico
Cuidado com a linguagem de campo

Antievaporante não existe

O óleo não reduz a evaporação: a água evapora igual, o que sobra é o óleo. Use redutor de evaporação.
Como a dose é recomendada

Acima e abaixo do escorrimento

Acima do escorrimento

Alvo saturadoExcesso escorreDose em concentração

Mais água não retém mais ativo; recomenda-se por 100 L de calda.

Abaixo do escorrimento

Gota visívelAjusta coberturaDose por hectare

O volume busca a cobertura, mas a dose por área garante o controle.

O diagnóstico antes da escolha

Quatro dimensões independentes

Pr
Produto

O que a bula diz

A formulação já tem surfatante? A bula recomenda ou proíbe adjuvante?

Al
Alvo

Superfície e ação

Cutícula cerosa ou pilosa? Produto de contato ou sistêmico?

Am
Ambiente

Clima na aplicação

Umidade, temperatura, risco de chuva e velocidade do vento.

Ag
Água

Qualidade da fonte

O pH, a dureza e a presença de ferro na água de diluição.

Instrumento de campo

Medindo as condições ambientais

Termohigro-anemômetro Kestrel 3000.
Termohigro-anemômetro Kestrel 3000.
Fonte: Tecnologia de Aplicação de Defensivos
A água antes da calda

Parâmetros físico-químicos ideais

ParâmetroIdealProblemático
pH5,0 a 6,5Abaixo de 4,5 ou acima de 7,0
Dureza (CaCO₃)Abaixo de 150 ppmAcima de 300 ppm
TurbidezAbaixo de 5 NTUAcima de 25 NTU
Temperatura15 a 25°CAbaixo de 10 ou acima de 30°C
O problema mais subestimado

Água dura e efeito quelatizante

Du
O que é dureza

Cálcio e magnésio

Íons alcalino-terrosos em equivalente de carbonato de cálcio; até 140, água branda.

In
O dano

Inativa o herbicida

Cálcio e magnésio alteram o equilíbrio de cargas e reduzem a eficácia.

Qu
A correção

Quelatizante

Sequestra os cátions; o sulfato de amônio também protege o glifosato.

Antes de fechar a recomendação

Incompatibilidades conhecidas

AdjuvanteIncompatível comConsequência
Surfatante catiônicoGlifosatoPrecipitação e perda de eficácia
Surfatante aniônicoParaquatPrecipitação e perda de eficácia
Aminado (sulfato de amônio)DicambaVolatilização e deriva para vizinhos
Óleo sem emulsificanteCalda aquosaSeparação de fases, calda instável
Redutor de derivaBombeamento excessivoDegradação do polímero
Registro de campo

Incompatibilidades visíveis no tanque

Separação de óleo na camada superior do tanque (A) e transbordamento de calda por excesso de espuma (B).
Separação de óleo na camada superior do tanque (A) e transbordamento de calda por excesso de espuma (B).
Fonte: Manual técnico para subsidiar a mistura em tanque de agrotóxicos e afins
Quando dispensar o externo

Quando não usar adjuvante

Bu
A bula manda

Rótulo não recomenda

A bula não indica ou proíbe adjuvante para a situação de uso.

Fo
Já resolvido

Formulação completa

O produto já traz surfatante emulsificante com emulsão estável.

Fj
Risco de dano

Cutícula fina

Folhas jovens e plântulas: mais adjuvante eleva o risco de fitotoxicidade.

O custo do excesso

Riscos do uso inadequado

RiscoMecanismoMais afetado
FitotoxicidadeSurfatante iônico ou óleo em excesso danifica a membranaCulturas jovens
Perda de seletividadePenetrante elimina a barreira que protege a culturaHerbicidas seletivos
Doenças foliaresRemoção da cera elimina a proteção naturalAmbientes úmidos
Mais resíduo internoMaior penetração eleva o ativo nos tecidosCulturas de exportação
AntagonismoSurfatante iônico forma complexo inativoGlifosato com catiônico
Espuma excessivaAlta atividade de superfície gera espumaTanques com agitação
Os dois lados do adjuvante

Benefícios e prejuízos potenciais

Aspectos positivos

Absorção mais rápidaMaior coberturaMenos deriva

Podem reduzir a dose do produto e as perdas por evaporação.

Aspectos negativos

FitotoxicidadeMenor seletividadeAntagonismo

Maior penetração também eleva o resíduo e o impacto ambiental.

Como a lei tratou o adjuvante

A trajetória regulatória

1
Decreto 98.816/1990: adjuvante dá características à formulação
2
Decreto 4.074/2002: passa a produto de mistura, deixa de ser agrotóxico
3
Novembro de 2017: MAPA cancela o registro; venda livre
4
Lei 14.785/2023: mantém fora da lei de agrotóxicos, regulamento próprio pendente
?
Retome a pergunta
O que um adjuvante realmente modifica na calda e na gota depositada sobre a planta?
Responda agora com o que você viu na aula.
Encerramento
Escolher o adjuvante é decidir se o dinheiro do produto rende controle ou se perde na deriva, no solo ou na fotodegradação.